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Você (para mim)

18 Mar

Gosto de falar de sentimentos, nada mais justo que falar, então, de quem tanto me faz sentir…

Você, que apareceu na hora certa, não quando eu precisava, mas quando eu estava pronta. E que me conquista com seu sorriso e toda essa vontade de estar ao meu lado.

Que segura minha mão e, em um abraço, me leva ao melhor lugar do mundo. Me faz perder a noção do tempo, mas me deixa contando as horas até nosso próximo encontro.

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Torna o “fazer nada” tão mais interessante, e tempera cada momento com aquele chamego gostoso. Você, que me cobre de mimos e me proporciona a melhor companhia.

Dá beijos apaixonados, rouba meus pensamentos e ganha o meu olhar. Você, que compartilha gargalhadas deliciosas e declarações inesperadas.

Que me faz tentar coisas novas e gostar do diferente, mas, ainda assim, é tão parecido comigo. Caminha ao meu lado e respeita quem eu fui, entende quem sou e incentiva quem eu serei. Você, que me olha e realmente me vê.

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Está aqui há pouco e já conquistou tanto de mim. Você, que me acalma e me transborda, comprovando que o amor é exatamente como eu imaginava.

Você, que mudou minha vida.
Meu presente, meu destino, meu amor… meu você. ❤

 

Saudades

8 Out

Esse texto foi escrito há mais de um ano (como vocês perceberão nas próximas linhas), mas saudades são recorrentes e fazem dele verdadeiro em qualquer tempo.

Talvez tenha sido pelo clima do dia dos namorados, bem menos comercial que o de costume (por conta da Copa) ou porque eu acabei de devorar “A Culpa é das Estrelas” e estou precisando escrever umas melosidades, mas hoje senti saudades.

Senti falta de nossas conversas intermináveis, e de como você se mostrava ansioso para me ver. Do modo como me olhava, com admiração, e me fazia sentir verdadeiramente especial. De quando deixava eu invadir seu mundo em um abraço. E do carinho que fazia no meu pescoço com a sua barba. Aliás, de todos os carinhos, e de sua mão segurando a minha.

Lembrei do seu sorriso e, nossa! Como era lindo! Ele me tirava o ar, principalmente quando surgia logo após nossos olhares se encontrarem. Senti saudades de achar que você era perfeito para mim, apesar de que às vezes ainda acho. E de te contar sobre o meu dia totalmente tedioso, mas ainda assim, ganhador da sua atenção. De rir das coisas que saíram do nosso controle. E de saber que ao fim das risadas, dividiríamos o silêncio confortavelmente.

Senti saudades da pessoa que eu queria ser quando estava ao seu lado, e do quanto eu não conseguia esconder minha admiração por você.

Tudo isso se transformou em fim, e eu nem quero lembrar porquê, o fato é que fechei os olhos e te imaginei aqui. Você bem sabe que odeio dançar a dois, mas estávamos agarradinhos só balançando desajeitadamente ao som de qualquer batida. Quase pude te sentir e o aconchego dos seus braços também.

Entre a distância e a indiferença forçada, hoje – e não vou me restringir a “apenas hoje”, porque pode acontecer de novo – senti saudades de você e do futuro que desejei ao seu lado.

Corações flexíveis.

10 Mar

Após um  longo jejum de reflexões (aqui, porque na minha cabecinha, tudo borbulhava como habitual), cá estou, e pronta para compartilhar o que está me tomando nesse momento, lindo e essencial, o amor.

Não se trata de estar envolvida em um romance ou em total apreciação à minha vida, inclusive, ando bastante insatisfeita em vários aspectos. Ainda assim, me sinto totalmente esclarecida e zen. Numa vibe “minha religião é o amor”.

É fato, estou apaixonada, e por ele mesmo, o amor. Independente de pessoas e situações. Totalmente encantada pela sua grandeza, e por sua simplicidade. Ciente de que a complexidade e os dissabores surgem das nossas limitações e falhas, e apenas delas. Você se arrisca, se magoa, e se arrisca de novo, porque, me sujeitando a soar clichê, ele é a resposta para tudo, é sublime demais para se abrir mão.

Ele merece todas as chances. Você pode desistir de UM amor (e é preciso coragem para aceitar o fim, enxergar que os laços acabaram por se tornar amarras), mas não DO amor. Seja pela família, pelos outros, pela vida, por si próprio… Nada de fechar o coração. E, aproveitando uma frase usada pela Cléo Pires, em sua entrevista na Marília Gabi, finalizo esse pequeno amontoado de palavras confusas e apaixonadas: bem aventurados os corações flexíveis, pois eles nunca se partirão.

Algumas músicas para flexibilizar corações:
Amor I love you – Marisa Monte
Just the way you are – Bruno Mars
Equalize – Pitty
Lucky – Jason Mraz feat. Colbie Caillat
O que eu também não entendo – Jota Quest
I walk the line – Jhonny Cash
O amor não sabe esperar – Marisa Monte e Paralamas do Sucesso
Here with me – X-Static
In my life – Beatles

Imagens: We Hear It

(Re)Começando

9 Ago

Dizem que na vida é sempre importante saber a hora de recomeçar,  se abrir para o novo e, não diria esquecer, mas desapegar do que o passado nos trouxe. Deixar cair todo aquele peso, culpa e expectativas que criamos e finalmente ter as mãos livres para agarrar as oportunidades que aparecem (ou sempre estiveram ali, mas era difícil enxergar com aquela montoeira de coisas na mão – e na cabeça).

Tudo isso é muito lindo e, principalmente, inspirador, sempre que penso a respeito ganho forças, me sinto basicamente a Anitta dando um show das poderosas. Mas basta algo dar errado, um desvio de pensamento para o que passou e ploft! Lá estou eu, de novo, em meio às minhas neuras e traumas e momentos de glória que se foram…  Sei que não faz bem, e meu problema nem é tanto o desapego, mas a superação. Superar que fracassei, que novamente fui a responsável pelo caos que me corrói.

Meu eu consciente me diz o tempo todo que é besteira cobrar tanto de si, que não podemos controlar tudo e que, por mais que a gente se empenhe, às vezes simplesmente não rola. Mas o meu eu depressivo (sabendo o quanto sou suscetível a um drama) me puxa para os receios guardados lá no fundo da alma e me lembra de quantas vezes já me senti assim, o problema  definitivamente sou eu. Fico então como uma pessoa bipolar, alternando entre esses pensamentos, ora alegre, ora triste, ora cheia de esperanças, ora achando que nada mais vai mudar…

E nisso a vida vai acontecendo, até que por fim, uma hora os olhos cansam de chorar e a cabeça dói só de pensar em perder tempo com tanta ideia negativa. Mais uma batalha vencida pelo amor próprio. É aquele momento em que você (ou, nesse caso, eu) sente uma vontade absurda de se redesenhar, de trazer à tona todos as novas opiniões e atitudes que vem ensaiando nesse tempo de luta interior.

Confesso que minha luta interior ainda acontece, mas cá estou, atropelando etapas e buscando, no meu redesenho, motivação suficiente para meu amor próprio se impor. Como parte disso tudo, decidi matar minha vontade de jogar palavras aos ventos e liberar um pouco do turbilhão de pensamentos que borbulha nesta cabecinha. Falar do que gosto e, muito mais difícil, do que sinto. Portanto, cheguem mais, abram a mente e o coração, afinal de contas, aqui estamos entre amigas. 😉

*Imagens do We Heart It